O calvário terminou !!!  escrito em segunda 27 outubro 2008 22:06

 

Deu no blog do Paulinho   http://blogdopaulinho.wordpress.com/

Terminou o sofrimento do torcedor corinthiano.

Com gols de Douglas e Chicão o Timão bateu o Ceará e está de volta à 1ª Divisão do Futebol Brasileiro.

Local de onde nunca deveria ter saído.

Cerca de 35 mil torcedores estiveram presentes ao Pacaembu, muitos deles compareceram na maior parte dos jogos.

Não podemos esquecer os fatores que ocasionaram tamanho sofrimento para que possamos evitar, no futuro, passar novamente por essa provação.

O coração corinthiano do blogueiro está feliz.

Parabéns aos atletas que fizeram a sua parte, e aos torcedores que dignamente levaram a equipe no coração.

O calvário, dentro de campo, chegou ao fim.

 

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Sou mais Dunga que Maradona.  escrito em sábado 25 outubro 2008 12:24

Deu no blog do Birner  http://blogdobirner.net/

24 Out

Birnadas

De Vitor Birner

O mito do futebol mundial continua fazendo seu lobby para assumir a seleção hermana.

Maradona perdeu a noção.

A idéia é ridícula.

Entre ele e Dunga, para ser técnico de algum time, nenhum deles fez algo que justifique ganhar o comandar de qualquer selecionado ou time importante, fico com o brasileiro.

Pelo menos era um atleta com boas noções táticas, o que o credencia a se transformar, um dia, num grande treinador.

Lembro que no meio dos anos 90, pouco depois de encerrar a carreira, Maradona se aventurou na função de treinador no Deportivo Mandiyú onde ficou 2 meses, brigou com os dirigentes, e saiu depois de obter 1 vitória, 6 empates e 5 derrotas.

Mesmo após o fracasso, arrumou uma boquinha num time grande, o Racing.

Não sei qual dos presidentes lunáticos teve a mirabolante idéia, mas durou pouco.

O tradicional clube não conseguia um título fazia 29 anos e alguém acreditou que Maradona “ era o cara” para conduzir os atletas ao primeiro lugar.

Imagine quebrar o jejum com “El Dios” de treinador, deve ter pensado o cartola.

Seria apoteótico.

Mas honestamente…

Não imagino!!!

No Racing ele permaneceu por 4 meses, período em que o time obteve 2 vitórias, 6 empates e 3 derrotas.

Aí terminou a rápida e fracassada incursão de Diego Armando Maradona pela vida de técnico.

Nesta semana ele está na Geórgia onde participará de uma partida de exibição em troca de alguns dólares.

Os problemas financeiros do craque com a bola nos pés são públicos.

Talvez Maradona queira uma vida mais tranqüila, sem viagens longas e cansativas.

Para isso necessita um trabalho na Argentina.

E apareceu, após a saída de Basile, a oportunidade de simplificar sua vida.

Maradona nunca teve a menor aptidão para ser treinador.

Sua virtude era a genialidade anormal, incomum, espetacular, indescritível com a perna esquerda.

Caso pudesse ensinar os jogadores a fazerem com qualquer uma das pernas e pés 30% do que ele era capaz de realizar com a esquerda, valeria a tentativa desde que alguém capaz cooperasse.

Técnicos de futebol precisam entender de tática, disciplina, liderança de grupo, comportamento humano…

Devem lidar bem com pressão por resultados e futebol bonito…

Não é o caso de Maradona.

Duvido, por exemplo, que ficasse dias e dias revendo as partidas dos adversários.

E se o fizesse, não enxergaria quase nada.

Batista, o guerreiro do meio-campo argentino na Copa do Mundo de 1986, um dos maiores responsáveis pela força defensiva argentina que permitiu a Maradona ter a liberdade para desequilibrar no mundial do México, segundo a imprensa local, é o favorito para ser treinador da seleção.

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Obrigações cumpridas, tudo igual no G5  escrito em sexta 24 outubro 2008 18:04

 




A torcida do Grêmio jogou bem, fez seu papel, foi ao Olímpico (30 mil torcedores presentes) apoiar o líder.

O time do Grêmio, porém, mais uma vez, jogou mal.

Fez 1 a 0 logo de cara num lance oportunismo de Reinaldo, o mesmo que, um pouco depois, quase ampliou numa cabeçada que foi ao travessão.

Mas, depois, sofreu.

Principalmente no segundo tempo, quando o Sport pressionou e foi muito mais perigoso.

Chegou, aliás, a perder um gol imperdível, com Wilson, aos 29, num rebote do ótimo goleiro Victor.

Alguém dirá que o que importava era a vitória, o que não deixa de ser verdade.

Mas com esse futebol o Grêmio não chegará ao tri.

No Morumbi nem a torcida (só 17 mil) nem o time do São Paulo agradaram.

Choveu muito e debaixo do aguaceiro o São Paulo virou para cima do Vitória, 2 a 1, com gols de Hernanes batendo falta e de Hugo de cabeça, um em cada tempo.

O jogo nem bem havia começado e Dagoberto perdeu gol feito.

Aí, aconteceram três lances de bolas alçadas na área do tricolor.

Na primeira, o zagueiro Leonardo Silva se antecipou à defesa e abriu o placar, aos 14.

Nas outras duas, por muito pouco, o rubro-negro não ampliou.

E houve, ainda, um pênalti de Rodrigo não marcado, ao empurrar Rodrigão, quando já estava 1 a 1.

O São Paulo, no entanto, teve, ao menos, frieza para virar e depois para manter o resultado, porque se o empate saiu ainda aos 28, com falha de Viáfara, da etapa inicial, o gol de Hugo foi aos 8 do segundo tempo.

André Lima, decorativo, teve de sair para Richarlyson entrar e ajudar na manutenção da vitória que mantém o São Paulo vivo, mas, a exemplo do Grêmio, em dívida com sua gente, embora sua gente também esteja em dívida com seu time, que abandona.

Finalmente, no Maracanã, coisa rara.

A torcida ficou devendo (28 mil pagantes, pouca gente para o padrão da massa) mas o time do Flamengo não.

Em noite de gala de Obina, o Mengo fez 2 a 0 no primeiro tempo e mais 3 a 0 no segundo diante de um irreconhecível Coritiba.

E três gols aconteceram graças a Obina, além de uma bola que ele cabeceou na trave.

No primeiro ele sofreu pênalti que Léo Moura converteu depois de pegar o rebote do goleiro Vanderlei.

O segundo ele fez, em jogada de Kléberson.

Do terceiro, de Ibson, é verdade, ele não participou, mas deu o quarto para Maxi.

O quinto foi de Bruno, o goleiro que, quando estava 0 a 0, fez duas defesas seguidas importantes, e que bateu pênalti já nos acréscimos, sofrido por Ibson.

Não mudou nada no G5.

Agora é esperar o sábado, quando jogam os Palestras, fora de casa.

O Cruzeiro com o Furacão e o Palmeiras com o Fluzão.

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Deu no blog do Juca Kfouri  escrito em quinta 23 outubro 2008 12:59

Blog do Juca  http://blogdojuca.blog.uol.com.br/

 

O cartola perdeu a cabeça


O Palmeiras vive dias turbulentos, com denúncias que pegam a gestão Mustafá Contursi e a atual.

O que tirou do sério um de seus cartolas mais importantes, Hugo Palaia.

Ontem, no CBN EC, contei que ele agrediu um jovem no elevador do prédio de seu escritório com um tapa no rosto, porque não gostou da maneira como o jovem olhou para ele.

O jovem deve apresentar queixa na polícia nesta quarta-feira.

Tentamos ouvir Palaia, em vão.

Agora há pouco, ele entrou em contato com Leandro Mota, repórter e produtor do programa e deu sua versão.

"Há tempos que o garoto me desafia com olhares de deboche e maliciosos.

Toda vez que o Palmeiras perde ele olha com deboche para mim.

Estava no elevador com a minha filha e ele olhou de forma maliciosa para ela também.

Assim como existe a agressão moral e física, também tem o olhar malicioso, de deboche.

Tenho 75 anos, já fui por dois, três anos seguidos apontado como personalidade de Pinheiros, recebi a medalha Anchieta da Câmara Municipal de São Paulo, não posso ser motivo de chacota de um moleque.

Estava saindo do meu escritório depois de uma crise de violenta emoção, por causa das inverdades publicadas na imprensa. Meu dia foi terrível.

Não foi uma agressão, mas um empurrão facial. Eu apenas o empurrei.

O "Jornal da Tarde" publicou que eu peguei 620 mil reais emprestados do Palmeiras. É mentira! O Palmeiras que me deve esse dinheiro. Já falei com o Juliano Costa (repórter do JT) e ele vai publicar uma nota esclarecendo isso na edição de desta quarta-feira.

Por conta de tudo isso, não atendi a imprensa o dia todo.

Não nego (o incidente). Meu ato foi diante de uma violenta emoção. Se tiver que pedir desculpas, eu peço, sem problemas. Se ele levar isso pra frente, serei sincero com o delegado, juiz, do jeito que estou sendo sincero com você.

Descobri depois que o garoto é sobrinho da Rita da (editora) Segmento, uma pessoa que eu quero muito bem.

Quem contou essa história pro Juca Kfouri está querendo aparecer, fazer sensacionalismo.

Se perguntar pra qualquer um no Palmeiras, todos vão falar bem de mim."

Nota do blog: quem contou o fez, apenas, por ter ficado indignado com a agressão.

Nota do blog 2, atualização feita no dia 22, às 16h40: o "Jornal da Tarde" também não publicou que ele pegara dinheiro do Palmeiras.

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O dia em que Mané chegou no inferno  escrito em terça 21 outubro 2008 19:30




Por ROBERTO VIEIRA

Quando Mané Garrincha faleceu, o inferno ficou em festa. O time das profundezas não ganhava um jogo há séculos, por mais que reforçasse seu time com zagueiros sanguinários e juízes mafiosos. No final, o time do Céu fazia um gol de placa ou um gol espírita. Coisas do presidente da federação. Mas agora seria diferente, agora chegava Mané Garrincha. Um demônio na ponta direita, um demônio com as mulheres, um péssimo exemplo para as novas gerações de atletas globais. Um pinguço. Garrincha chegou e logo foi apresentado ao demo em pessoa. Demo que confessou sua admiração pelo craque. Mostrou até uma coleção de DVDs com os dribles de Mané, com os marcadores caídos no chão. Garrincha não entendia muito bem o que estava acontecendo, apenas viu um contrato sendo estendido na sua frente. Bastava assinar e teria todas as regalias de um craque. A camisa sete vermelha já estava até preparada para as fotografias dos jornais. Tudo corria bem até que chegou Pedro: "Parem, que o Chefe está uma fera!" O diabo olhou pra Pedro desconfiado: "Pedro, deixa de história! O Mané aqui tem pecado além da conta. O lugar dele é no inferno!" Pedro recuperou o fôlego, guardou as chaves no bolso e foi avisando: "O Chefe mandou chamar o Garrincha. Disse que o lugar dele é lá em cima!" O demo deu duas voltas, soltou fogo pelas ventas e gritou todos os palavrões que sabia. Quando recuperou o fôlego disse que aquilo infringia as regras da eternidade. Mané era culpado de milhares de crimes. O Chefe estava abusando de sua autoridade, a alma de Garrincha pertencia ao reino das trevas. Pedro se preparava para responder quando o Chefe apareceu em pessoa. Vestindo o uniforme da torcida organizada do paraíso. Abraçou Garrincha, perguntou pelos joelhos e disse que esquecesse aquele negócio de contrato. O acerto entre eles seria apenas de Pai pra filho. Olhando o diabo que se afastara para um canto, mandou um recado celestial: "Belzebu, não basta a miséria onde Garrincha viveu? Não bastam as doenças, a ignorância, o roubo nas mãos dos dirigentes? Não basta o esquecimento na velhice? A morte lenta e dolorosa? Não basta o inferno na terra? Mané é nosso, e te prepara Bel, que o inferno vai ficar cheio de João!"  E pegando Garrincha pela mão, concluiu, enquanto caminhava rumo ao infinito: "Você já conhece o truque de transformar água em vinho?"


Esse texto foi publicado no dia 18 desse mês no blog do Juca Kfouri  http://blogdojuca.blog.uol.com.br/, quando Garrincha, se vivo estivesse, estaria completando 75 anos de glórias e bons serviços prestados ao futebol e a nação brasileira.

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